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Friday, September 14, 2012

Ofertas ou Descontos em Bilhetes de Cinema

O Portal Cinema apresenta-lhe uma série de meios para obter descontos e ofertas para bilhetes de cinema e/ou snacks. Aproveite-os para ir ao cinema a um preço mais acessível.

Crítica - The Divide (2011)

Realizado por Xavier Gens
Com Milo Ventimiglia, Rosanna Arquette, Lauren German

O grande objetivo de “The Divide” passa por mostrar ao espetador o que acontece à integridade moral do ser-humano quando é confrontado com o desmoronamento da sociedade e o fim das leis que limitam as nossas atitudes, no entanto, o quadro de regressão comportamental que nos é oferecido por este thriller sociológico e pós-apocalíptico não consegue cumprir esse objetivo central porque não tem a força emocional e intelectual que deveria ter, muito por culpa do lento e confuso desenvolvimento do seu débil enredo que explora, sem nenhuma verdadeira emoção ou realismo, a primitiva luta pela sobrevivência de oito desconhecidos que se refugiam na cave do seu prédio, após Nova Iorque ter sido devastada por uma bomba atómica. Estes oito indivíduos começam cedo a sucumbir à elevada temperatura do compartimento assim como ao medo da radiação e aos jogos psicológicos derivados da privação de alimento e água. A jovem e angelical Eva (Lauren German) tem ainda mais razões para se sentir preocupada, já que todos os homens que estão à sua volta começam a regredir psicologicamente e a mostrar que estão dispostos a tudo para sobreviverem, algo que a leva a tomar atitudes bastante cruéis e violentas numa tentativa de mostrar a todos os sobreviventes que também ela está disposta a tudo para não morrer ou ser usada. 
Este filme foi criado para ser claustrofóbico, violento a todos os níveis e, acima de tudo, para nos fazer pensar sobre as debilidades da moralidade humana, mas posso assegurar-vos que nenhuma destas características estão presentes neste sombrio mas sofrível “The Divide”, um thriller que deveria ter sido explorado de uma forma muito mais inteligente e completa, até porque o seu argumento deriva de um conceito interessante que deveria ter sido materializado em algo minimamente desafiante e mentalmente intrigante. Para além de ter sido mal construído e montado, “The Divide” tem outros problemas crassos, como a entediante realização de Xavier Gens e um mediano trabalho coletivo de um elenco sem arte, executando é claro a bela Lauren German que não está nada mal como uma mulher destemida e determinada a sobreviver. Resumindo, “The Divide” não cumpre nenhuma das suas pretensões nem nos consegue entreter ou chocar, sendo por isto tudo um mau filme que tinha a obrigação de ser um pouco melhor.

Passatempo - Dredd 3D

O Portal Cinema e a Zon Audiovisuais têm para oferecer vinte convites duplos a dividir pelas antestreias em Lisboa e no Porto de “Dredd 3D”, um explosivo filme de ação de Pete Travis, que conta com Karl Urban, Lena Headey e Olivia Thirlby no seu elenco. O futuro da América é um deserto sem esperança. Na sua costa Este, desde Boston a Washington DC, situa-se Mega City One - uma vasta e violenta metrópole onde os criminosos governam as ruas caóticas. A única força de ordem reside nos polícias urbanos chamados "Juízes", que possuem a capacidade de julgar, condenar e executar de uma só vez. Conhecido e temido em toda a cidade, Dredd (Karl Urban) é o derradeiro Juiz, determinado em salvar a cidade do seu mais recente flagelo - uma perigosa epidemia de droga, chamada "Slo-Mo", que permite aos seus utilizadores experimentarem a realidade numa fração da sua velocidade normal. Num vulgar dia de trabalho, Dredd é escolhido para treinar e avaliar Cassandra Anderson (Olivia Thirlby), uma novata que possui poderosas capacidades psíquicas devido a uma mutação genética. Um terrível crime leva-os a um bairro onde os juízes raramente se aventuram a entrar- um edifício de 200 andares controlado pelo clã de Ma-Ma (Lena Headey), uma prostituta que controla o trafico da droga. Quando Dredd e Cassandra capturam um elemento do círculo privado do clã, Ma-Ma assume o controlo da acção e inicia uma guerra suja e cruel contra os juízes, deixando claro que nada a vai impedir de proteger o seu império. Rodeados por um cada vez maior número de inimigos, e sem fuga à vista, Dredd e Anderson são obrigados a entrar numa impiedosa batalha pela sobrevivência. A antestreia deste filme vai-se realizar a 26 de Setembro de 2012 às 21:30 em Lisboa (Cinema Zon Lusomundo Colombo) e no Porto (Cinema Zon Lusomundo MarShopping). "Dredd 3D" estreia a 27 de Setembro de 2012 em Portugal. O passatempo termina a 24 de Setembro às 23h:59m. Cada vencedor terá direito a um convite duplo. Os vencedores não podem acumular convites para esta sessão. Para se habilitar a ganhar um convite basta preencher corretamente o formulário que se encontra após o trailer.

The Hangover 3 - Sinopse

A Warner Bros. e a Legendary Pictures divulgaram uma pequena premissa de “The Hangover 3“, o terceiro e último filme do franchise cómico “The Hangover”. Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis, Justin Bartha, Ken Jeong, Heather Graham, Jeffrey Tambor e John Goodman são as maiores estrelas do elenco deste terceiro filme que vai ser realizado por Todd Phillips, o realizador dos outros dois filmes. “The Hangover 3” vai estrear em Portugal e nos EUA no final de Maio de 2013. 
Sinopse - Desta vez não há nenhum casamento, nem nenhuma grandiosa despedida de solteiro. O que pode então acontecer de errado? Uma coisa é certa, quando a alcateia se faz à estrada, a confusão e a loucura são apostas garantidas.

Crítica - Balas & Bolinhos - O Último Capítulo (2012)

Realizado por Luís Ismael
Com Luís Ismael, J.D.Duarte, Jorge Neto, João Pires
Tal como “Balas & Bolinhos” e “Balas & Bolinhos - O Regresso”, “Balas & Bolinhos – O Último Capítulo” deixa muito a desejar a nível narrativo, mas isso não parece afetar os acérrimos admirador e defensores das façanhas de Tone, Culatra, Rato e Bino que, neste último filme (?), vêm-se envolvidos em mais uma das suas aventuras sem nenhuma substância e com um humor pouco refinado mas extremamente apelativo para as massas. É inegável que o estilo cómico e narrativo de “Balas & Bolinhos” só apela a um certo tipo de público, assim sendo, só alguém com baixas expectativas e com um sentido de humor consonante com o dos criadores da autointitulada “Primeira Trilogia do Cinema Português” é que se vai divertir a ver este “Balas & Bolinhos – O Último Capítulo”, uma comédia que infelizmente pouco dirá às pessoas que apreciam ou procuram um filme mais exigente e completo, que não precisa de recorrer às obscenidades e infantilidades para ter piada. Eu reconheço valor a “Balas & Bolinhos” por se ter tornado numa referência do cinema indie nacional, mas eu não consegui gostar de nenhum dos três filmes desta trilogia que, como já referi, tem um estilo muito peculiar e particular que não me diz absolutamente nada, no entanto, não duvido que muitas pessoas não pensam como eu e vão por isso adorar este “Balas e Bolinhos – O Último Capítulo”, um filme bastante fraco para mim, mas um clássico humorístico para muitos, muito embora não seja um sinónimo da qualidade e das potencialidades do cinema português.

Crítica - Savages (2012)

 
Realizado por Oliver Stone
Com Blake Lively, Taylor Kitsch, Aaron Johnson, Benicio Del Toro, Salma Hayek

Todos sabemos que Oliver Stone não brinca em serviço. Até os seus filmes mais brandos tendem a chocar o público de alguma forma. Seja pela polémica das temáticas envolvidas, seja pela simples violência gráfica das imagens editadas, geralmente ninguém fica indiferente ante as suas obras. Ora, pode dizer-se que este “Savages” não é exceção, até porque mistura um pouco dessas suas facetas: é violento quanto baste para embasbacar almas sensíveis e não tem medo de tomar uma posição num tema tão polémico quanto delicado. Stone já afirmou publicamente que é a favor da legalização das drogas leves. E, inconscientemente ou não (provavelmente não), “Savages” acaba por ser uma espécie de testemunho dessa tomada de posição em relação às drogas leves. Stone não foge à encenação do lado mais negro e tenebroso deste submundo, mostrando de forma crua e dura o modo como os homens se podem tornar autênticos animais selvagens por causa de 100 gramas de canábis. Porém, através da boa vontade de Ben (a personagem de Aaron Johnson) e da encenação da boa vida que o trio de protagonistas leva no seu apartamento de luxo, há aqui quase como que uma mensagem de amor dirigida a estes produtos. E é também por isso que “Savages” se torna tão interessante. Porque aborda de forma eficaz os dois lados da polémica moeda. Porque afirma que o problema não está nas drogas em si, mas no uso deturpado e perverso que o ser humano lhe dá, essa criatura afinal de contas tão ou mais selvagem que um urso das cavernas.

   

O (Blake Lively) é a personagem que narra toda a história. Sempre sob um véu de sensualidade e ingenuidade jovial, a jovem rapariga conta ao espectador a forma como se viu raptada por um perigoso cartel de droga mexicano e também a forma como os seus dois namorados reagiram à adversidade. Chon (Taylor Kitsch) e Ben (Aaron Johnson) fazem uma parceria de sucesso em praticamente todas as vertentes, complementando-se física e psicologicamente de forma estranhamente natural. Ex-fuzileiro destacado no Iraque, Chon é mais brutal e impulsivo. Mestre em Botânica e em Gestão, Ben é um paz de alma que só quer espalhar amor por todo o mundo. Ambos se tornaram amigos num piscar de olhos. E determinados em fazer boa vida com recursos e métodos pouco vulgares, ambos se tornam sócios de um negócio de venda de drogas leves que os torna milionários. Partilhando O a nível sexual e afetivo numa ménage à trois sem fim à vista, o lado mais doce da vida parece sorrir-lhes para todo o sempre. Porém, tudo muda quando Elena (Salma Hayek) – uma poderosa traficante de droga mexicana – lhes faz uma proposta de parceria que deverá beneficiar todas as partes. A partir daí, e em virtude da resposta negativa de Chon e Ben, o caos passa a imperar… e as cabeças a rolar.
   
“Savages” está longe de ser um filme para todos os públicos, diga-se. O seu elenco de múltiplos nomes sonantes aponta para uma obra comercial que pretende agradar a toda a gente e fazer furor nas bilheteiras. Mas essa ideia pré-concebida não pode estar mais longe da verdade, pois “Savages” é tudo menos comercial. Para uns, a mais recente obra de Stone será demasiado gráfica e gratuita. Para outros, será demasiado louca e extravagante. E para outros ainda, será demasiado desconexa e bizarra. Não vamos aqui dizer quem é que está certo e errado, até porque cada um tem o direito de interpretar aquilo que vê da forma que bem entender. O que podemos e vamos dizer, no entanto, é que ainda não vai ser desta que Stone vai regressar aos tempos de unanimidade crítica e comercial. Filmes como “Alexander”, “World Trade Center” e “W.” ficaram muito aquém das expectativas de toda a gente, colocando o controverso realizador norte-americano de fora da órbita de glória dos anos 80/90 (décadas em que apresentou filmes como “Platoon”, “Wall Street” ou “JFK”). Um pouco na senda do que Stone nos tem oferecido nos últimos anos, este “Savages” não é um mau filme. De todo. O problema é que também não é um grande filme, um filme à Oliver Stone. O submundo da droga é aqui filmado com uma intensidade e uma genuinidade que nos assombra, é certo. E sob as ordens de Stone, os atores de serviço continuam a esmerar-se, ou não tivéssemos Benicio Del Toro, Salma Hayek e John Travolta de regresso à sua melhor forma. Todavia, na hora de fazer contas tudo desagua num exercício de mensagens algo inconsequentes e meramente divertidas. Pode dizer-se que este é uma espécie de Stone em modo automático ou modo de relaxamento. O que não deixa de significar cinema de qualidade, mas que está uns furos abaixo do que já nos habituámos a ver. 

Os Possíveis Realizadores De Superman

Tony Scott, Matt Reeves, Jonathan Liebesman, Duncan Jones e Zack Snyder são os favoritos de Christopher Nolan e Emma Thomas para realizarem “Superman 3.0”, no entanto, ainda nenhum contacto concreto foi feito com nenhum destes cineastas. “Superman 3.0” tem que estar finalizado até Dezembro de 2012 porque em 2013 os direitos sobre esta icónica personagem deixam de pertencer à Warner Bros e à Legendary Pictures e passam para a esfera jurídica dos herdeiros de Jerry Siegel.

Johnny Depp e Gore Verbinski em The Lone Ranger

Johnny Depp deverá protagonizar “The Lone Ranger”, uma adaptação cinematográfica da homónima série televisiva dos anos quarenta que deverá ser realizada por Gore Verbinski. Johnny Depp deverá interpretar Tonto, um índio que é o eterno companheiro do cowboy que dá nome ao filme.

Pastor Ival preletor da festividade dos 101 da Assembleia de Deus

Foi um verdadeiro pentecostes a comemoração dos 101 anos das Assembleia de Deus no Brasil! A Igreja em Belém do Pará surpreendeu mais uma vez pelo grande número de participantes. Foram dias de grandes benção e o Centro de Convenções Centenário com capacidade para 20.000 pessoas se tornou pequeno para abrigar tanta gente.



Este ano o Presidente da CIEADEP – Convenção das Assembleia de Deus no Estado do Paraná, pastor Ival Teodoro da Silva, foi o ministrante no dia em que as AD’s comeraram 101 anos, (18/06). Pastor Samuel Câmara Presidente da AD em Belém do Pará falou da alegria em ter o presidente da CIEADEP pregrando na festividade.



CONVENÇÃO DO ESPÍRITO SANTO, IMPETRA LIMINAR CONTRA CGADB



O juiz Ayrton de Luna Tenório, da 2ª Vara de Rio Largo decidiu cancelar o estatuto da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) aprovado durante a Assembleia Geral Extraordinária que aconteceu no feriado do dia 7 de junho.

A liminar foi impetrada pela Convenção Fraternal do Estado do Espírito Santo e outros (Confrateres) incluindo o pastor Samuel Câmara que foi o primeiro a se manifestar contra a mudança do estatuto.
A alteração foi assinada por mais de 1.000 pastores, mas mesmo assim a justiça aceitou cancelar diante de um documento com quase 1.000 assinaturas de pastores que não concordaram com a posição liderada pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB.
Em seu blog o pastor Samuel Câmara explica os motivos que o fizeram acionar seu advogado para cancelar o que foi decidido na 5º AGE que aconteceu entre os dias 6 e 8 de junho em Alagoas.
Um dos motivos, de acordo com ele, é que a CGADB tem feito diversas alterações no estatuto sem dar tempo dos pastores e membros se acostumarem com que o foi decidido. Mas essa não é a única razão que o fez acionar seu representante legal.
Câmara também quer que o texto pretendido para a reforma seja divulgado para que todas as Convenções regionais possam conhecê-lo previamente.
O presidente da Igreja-Mãe apresenta dez motivos que o fizeram pedir o cancelamento da alteração do estatuto e logo conseguiu afiliados que aceitaram entrar com o pedido na justiça. A sentença do juiz foi liberada no dia 10.
Leia:
1. Estamos mudando o estatuto a cada 2 ou 3 anos. Não dá nem tempo de conhecer e praticar o estatuto vigente. É demais!
2. Está muito em cima da próxima assembleia geral e da eleição em abril de 2013, na cidade de Brasília.
3. Não houve divulgação do texto pretendido para a reforma, de modo a permitir que as Convenções afiliadas e os convencionais conhecessem e discutissem previamente.
4. Reformar estatuto sem consultar as convenções e convencionais divulgando o texto é desrespeitoso e perigoso.
5. Mudança freqüente de estatuto e regimento interno dificulta o convencional conhecer seus direitos e deveres.
6. Nossa história prova que reforma de estatuto não discutida antes, traz surpresa desagradável.
7. Estatuto é a lei maior da CGADB, abaixo da Bíblia, não é normal ser reformado sem amplo conhecimento e estudo.
8. Somente dois (2) membros da Mesa Diretora estavam inscritos para essa Assembleia de reforma.
9. O projeto original e inicial de reforma está em secreto, é seríssimo e polêmico. Precisamos estar vigilantes!

OREMOS PELA IGREJA PERSEGUIDA


Quando li sobre os aproximadamente quinhentos irmãos mortos na Nigéria por servirem a Cristo, cujo nome os mulçumanos radicais odeiam, me lembrei da carta anônima de Hebreus, no capitulo 11. vs 32 a 40 que nos diz:


“Que mais direi? Não tenho tempo para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas, os quais pela fé conquistaram reinos, praticaram a justiça, alcançaram o cumprimento de promessas, fecharam a boca de leões, apagaram o poder do fogo e escaparam do fio da espada; da fraqueza tiraram força, tornaram-se poderosos na batalha e puseram em fuga exércitos estrangeiros. Houve mulheres que, pela ressurreição, tiveram de volta os seus mortos.

Alguns foram torturados e recusaram ser libertados, para poderem alcançar uma ressurreição superior.

Outros enfrentaram zombaria e açoites, outros ainda foram acorrentados e colocados na prisão, apedrejados, serrados ao meio, postos à prova, mortos ao fio da espada. Andaram errantes, vestidos de pele de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos e maltratados.

O mundo não era digno deles. Vagaram pelos desertos e montes, pelas cavernas e grutas.

Todos estes receberam bom testemunho por meio da fé; no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido. Deus havia planejado algo melhor para nós, para que conosco fossem eles aperfeiçoados”.

VEJA OS ESCÂNDALOS DA IGREJA CATÓLICA ROMANA

Não são novidade os escândalos que a Igreja Católica Romana vem causando no mundo, haja vista o mundo inteiro ter tomado conhecimento dos últimos fatos ocorridos nas entranhas da mesma. Desta forma a chamada "Igreja Católico Romana", tem sido alvo de notícia estampada nos principais jornais do mundo sobre os escândalos dos padres pedófilos. O homossexualismo também sempre se fez presente no meio do clero regular (religiosos) e no clero secular (diocesano), mas sempre foi abafado pela alta hierarquia da Igreja de Roma, também não tão "santa" assim.
Não é de agora que a chamada "Igreja Católica Romana" é alvo das mais severas denúncias de desvios sexuais entre os componentes de seu clero. O silêncio das "conveniências" tem falado mais alto em determinados momentos. Há séculos e séculos a Igreja de Roma vem mantendo "segredo" sobre os casos de contínuos abusos sexuais entre padres, bispos, cardeais e, até mesmo papas, envolvendo garotos, rapazes crescidos e adolescentes. É o homossexualismo correndo solto nas clausuras, corredores das sacristias e, até mesmo, em confortáveis motéis.
O homem é um ser no mundo. À medida em que se ausenta do mundo torna-se infiel a si mesmo e ao Evangelho. Se estiver ausente do esforço dos outros homens na construção de sua cidade terrena, será inexistente e marginal para eles. E se quiser construir para se uma cidade diferente da deles torna-se nocivo e rejeitado. Se o homem quiser ser aceito, se quiser se útil, se quiser existir, deve sair de si mesmo, integrar-se no mundo, no concreto, no real, no dia-a-dia. Na medida em que seu suor se misturar ao dos homens, estes o reconhecerão, lhe darão direito à vida e crerão na sua mensagem. Ora, é justamente este quadro que torna o padre católico romano um marginalizado. A formação que recebeu não lhe possibilita uma inserção real no mundo. Encontra-se fora dele. O mundo da técnica o exclui. Ignora a sua existência. É um homem à parte, indefinido, sem nome e sem profissão e também não tem família. Fora das categorias válidas e existentes. Uma espécie de parasita, que não produz e não constrói na linha da eficiência material e humana. Não tem um "status" reconhecido. Seu serviço não é requerido por nenhum quadro social. Sua inserção no mesmo é mais tolerada do que aceita ou pedida. Esta é a situação de todo membro do clero romano -- quer regular quer secular.
O costume do celibato teve um desenvolvimento lento, gradual. Uma olhada nas páginas das Sagradas Escrituras seria o bastante para se verificar que o ascetismo anormal já se manifestava no tempo do apóstolo Paulo, o qual condenado por ele: ...alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentira e têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento, e ordenam a abstinência de alimentos..." (1 Timóteo 4:1-3), e novamente Paulo afirma:
Têm na verdade, aparência de sabedoria, em culto voluntário, humildade fingida, e severidade para com o corpo, mas não têm valor algum contra a satisfação da carne." (Colossenses 2:23). Tais práticas já existiam no Oriente, e eram especialmente desenvolvidas no Budismo que já possuía monges e freiras muito antes da era cristã.
Do século quarto em diante o ascetismo tomou forma e vulto e, dentro de algum tempo, apesar do vigoroso protesto, veio a se tornar regra geral no clero romano.
No Concílio de Nicéia, em 325, decidiu-se que os ministros da Igreja não poderiam casar depois de ordenados. Isto, porém, não impedia a ordenação de homens que já fossem casados. O Concílio espanhol de Elvira (ano 304) criou decretos contra o casamento do clero. Estes decretos, entretanto, foram de extensão limitada e quase nenhum esforço mais sério foi feito para pô-los em vigor.
Inocêncio I, ano 417. (Albano), decretou o celibato dos sacerdotes, mas não teve aceitação geral. Patrício da Irlanda, que morreu em 461, considerado "santo" pela Igreja de Roma, declarou que o seu avô era padre.
Mas a assim chamada "Igreja Católica Romana" foi persistente na exigência de um sacerdócio celibatário, tanto que, no ano de 1079, sob a mão forte de Gregório VII -- Ildebrando DI Bonizio -- o celibato foi novamente decretado e foi razoavelmente posto em vigor, embora aquele papa não pudesse controlar todos os abusos existentes.
Os papas Urbano II (1088-1099) -- Odon de Logery - e Calixto II (1119-1124) - Guide Borgonha, arcebispo de Viena -- lutaram com determinação contra o concubinado do clero. O decreto do primeiro Concílio de Latrão (1123), decretou inválido o casamento de todos aqueles que estavam nas ordens sacras, e o Concílio de Trento (1545) fez sérios pronunciamentos sobre o celibato do clero.
Conforme aqueles decretos, um sacerdote romano que se casasse incorria na excomunhão é ficava impedido de todas as funções espirituais. Um homem casado que desejasse vir a ser sacerdote, tinha que abandonar a sua esposa, e esta também tinha de assumir o voto de castidade ou ele não poderia ser ordenado padre.
De acordo com a Lei Canônica, o voto do celibato é quebrado quando o padre se casa, mas não necessariamente quando este tem relações sexuais. A Igreja de Roma, proibi seus sacerdotes de casarem-se, mas não interfere na vida particular deles. Daí existirem tantos padres homossexuais declarados, exercendo o sacerdócio, normalmente.
O Celibato, como se pode verificar, na prática, nada tem a ver com a castidade. E o perdão para as relações sexuais, heterossexuais ou homossexuais, praticadas pelos elementos do clero, pode ser facilmente obtido a qualquer hora através da confissão auricular a qualquer outro padre seu igual, quem sabe, Não muito "casto" tanto quanto o penitente!
É fácil perceber por que os papas são tão insistentes no reforço da lei do celibato para os componentes do clero católico romano. Não sendo casados e nem tendo família, poderiam ser facilmente transferidos de uma paróquia para outra ou a diferentes partes do mundo.
A propriedade dos clérigos, que em alguns casos é bem considerável, e que se fossem casados passariam para a família, cai automaticamente nas mãos da "santa madre igreja" ou é herdada por ela no todo ou em parte, portanto, os motivos do celibato obrigatório adotado pela Igreja de Roma são tanto eclesiástico como econômicos.
A lei do celibato da Igreja de Roma (latina ocidental) é, indubitavelmente, apenas eclesiástica e não de direito divino. Havendo colisão entre o direito divino da comunidade e o dever eclesiástico do padre, a solução do conflito deveria ser a seguinte: a obrigação eclesiástica deveria ceder ao direito divino.
As chamadas "razões teológicas" da Igreja de Roma para submeter o seu clero à absurda lei eclesiástica do dever do celibato, devem ser buscadas, de preferência, nas contradições íntimas dessa lei, que a fazem parecer questionável em si mesma, uma vez que contraria o direito divino.
A Igreja de Roma usa como base teológica de suas argumentações Mateus 19:10 -12. Mas, numa exegese mais acurada, o texto mostra que não se pode exigir o celibato por lei. Na verdade o que Jesus exprime aqui é muito menos um conselho do que os pressupostos para que alguém possa escolher o celibato: "Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido" (V.11).
Os resultados da discussão sobre esta palavra do Senhor podem ser resumidos da seguinte maneira: na redação final de Mateus, a palavra do Senhor está associada a um alto e restrito padrão para o casamento que teria sido o responsável pelo desencanto dos discípulos -- "não convém casar" (V. 10). Daí o Senhor Jesus lhes dizer: "Nem todos podem receber esta palavra" isto é, a declaração dos discípulos. Ainda que, às vezes, o casamento possa não ser o ideal nem todos os homens são constituídos de forma a poderem se abster.
Os vv.11 e 12 querem dizer que há alguns que são capazes de se conformar com a idéia dos discípulos, não se casando. E o Senhor Jesus prossegue: Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do reino dos céus".
A má compreensão destas palavras, que foram tomadas literalmente nos tempos de ascetismo, motivou tragédias, de quando em quando, no decurso da história cristã. As palavras referem-se a abstenção do casamento por causa do evangelho.
O Novo Testamento ensina o valor do celibato. João Batista, Paulo e o próprio Senhor Jesus Cristo podem ser citados como exemplos de celibatários. Tanto Paulo (1 Coríntios 7:7) quanto o Senhor Jesus (Mateus 19:12), indicam que semelhante celibato é um dom de Deus, não dato a todas as pessoas.
Deus Abençoou o Sagrado Matrimonio
Os que recebem o dom devem abrir mão do casamento, visando maior liberdade e menor envolvimento mundano para servir a Deus.
Isto não significa que casar-se é pecado, conforme Paulo indica em I Cor. 7:9, 28, 36,38. Aliás, Paulo diz que proibir o casamento é considerado diabólico (1 Timóteo 4:1-3).
A expectativa normal é de que os líderes da igreja sejam casados e tenham uma família exemplar (1 Timóteo 3:1-3; Tito 1:6). "Quem pode receber isto, receba-o", disse o Senhor Jesus. Parece que o Senhor se refere à observação dos discípulos, no V. 10, e não à indissolubilidade do casamento.
Este verso não glorifica a vida celibatária, mas implica que somente os que são verdadeiramente eunucos podem aceitar o pensamento dos discípulos. Aqueles que podem abandonar todo o desejo de casamento por causa do reino dos céus podem ser chamados a uma vida celibatária.
Caso não possa fazer isso, o homem deve casar-se normalmente. Em Mateus 19:12, não se exorta ao pedido do dom do celibato, admoesta-se, pelo contrário, a não abraçá-lo sem o dom correspondente. O que pode estar em jogo aqui é somente reconhecer e aceitar o dom (castraram a si mesmo), concordar com o dom e colaborar com ele, mas não obtê-lo à força de oração, conforme declaram os asseclas papistas.
O Desejo de Paulo (1 Coríntios 7:7) de que todos pudessem ser celibatários frustra-se na maneira como Deus diversifica seus dons aos crentes (1 Coríntios 12:4). E com efeito, esta doação sobrenatural é apresentada aqui também como feita de antemão: "cada um tem (presente) de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra".
Se nesta situação se pudesse mudar alguma coisa por meio da oração -- como assim prega a Igreja de Roma -- o desejo de Paulo seria realizável e ele não teria escrito o grande "mas", teria, pelo contrário, exigido a oração, como o fez em 1 Coríntios 12:31 ao falar da concessão de outros dons: "portanto, procurai com zelo os melhores dons".
Se não o faz aqui é porque o dom (crisma) do celibato é dado de antemão, cabendo apenas reconhecê-lo, e Não, evidentemente, tentar consegui-lo pela oração e atos de penitência -- conforme ensina a Igreja de Roma, por lei eclesiástica.
Por certo que a continência como fruto do Espírito (Gálatas 5:22), pode ser pedida segundo Gálatas 5:23 mas ela é também necessária temporariamente às pessoas casadas (1 Coríntios 7:5; Tito 1:8) e não pode ser colocada no mesmo nível do celibato vocacional em vista do reino dos céus, o qual implica até a renúncia aos valores espirituais do casamento e da família.
Das passagens de Mateus 19:11 e 1 Coríntios 7:7 conclui-se, portanto, que o celibato, por causa do reino dos céus, não depende da livre vontade do crente e, em conseqüência, não pode ser ordenado por lei eclesiástica, mas é um dom de Deus que não é concedido a todos.
As primeiras justificações dadas no século IV para a proibição de ainda gerar filhos no casamento válido de padres são marcadas, evidentemente, de ojeriza ao corpo e ao casamento. Supondo-se que o cân. 33 do Concílio de Elvira (por volta do ano 304 ou 306) não deva ser interpretado como o inverso de uma proibição da abstinência, foi este Concílio (caso contrário, o de Ancyra, no ano 314) que proibiu pela primeira vez a continuação do casamento após a ordenação: "Aprouve totalmente... proibir os padres: eles devem conter-se e não gerar filhos" -- "Placuit in totum prohibere episcopis, prebyteris et diaconibus abstinere se a coniugibus et non generare filios" O texto é em si contraditório. Mesmo que não tenha sido indicada nenhuma fundamentação, a proibição cai sob o veredito de 1 Timóteo 4:2-3.
Na carta do papa Siríaco a Himério de Tarragona (10/02/385), há, no entanto, uma clara fundamentação da proibição. É um "crime" ainda gerar filhos muito tempo depois da ordenação, mesmo "da própria esposa" "estejam todos os padres e levitas obrigados, por uma lei indissolúvel, a consagrar-se 1a castidade de coração e de corpo desde o dia da ordenação"... pelo que o ato da geração é tido como impuro; sejam os transgressores afastados do estado sacerdotal e nunca mais possam celebrar os sagrados mistérios dos quais eles mesmos se privam, ao satisfazerem apetites obscenos.
Numa visão hodierna tal lei já não pode reclamar nenhuma validade, pois além de contestável em sua fundamentação, atinge a essência do casamento, garantido por direito divino, ao querer retirar dos sacerdotes católicos romanos "o direito ao corpo em ordem àqueles atos são próprios da geração de filhos" (C.I.C. -- Codicem Iuris Canonici), Cân. 1013, $ 2). Baseado nesta premissa, direito eclesiástico não pode invalidar direito divino!
É igualmente contestável a singular fundamentação que o II Concílio de Latrão (ano 1139) deu, ao estabelecer o casamento como impedimento para a ordenação sacerdotal, o que constitui a formulação decisiva e até hoje válida da lei do celibat": até hoje o celibato não é, sob o ponto de vista legal, um princípio d escolha e sim um impedimento absoluto para o casamento.
O Tal Concílio considera nulos casamentos de padres, os já feitos e os que se celebram no futuro, "a fim de que a lei do celibato e a pureza agradável a Deus se difundem entre os eclesiásticos...". Se a pureza agradável a Deus é para ser alcançada apenas fora do casamento, o Concílio está dizendo com isso, indiretamente, que é impura a doação matrimonial, o que corresponde, aliás, à doutrina teológica da Idade Média.
Mas assim o Concílio contradisse sua própria doutrina sobre a "sacramentalidade" de seus "sacramentos", quando diz: "...aqueles que, sob a aparência de piedade, condenam o sacramento da Eucaristia, do batismo das crianças, da ordenação sacerdotal e do matrimônio legítimo, nós os repelimos como herejes".
Celibato - Um Dogma Conflitante
Portanto a lei 1139 conflita com o dogma católico romano e ao mesmo tempo com o direito divino, ao separar casamentos tidos como válidos até então, contrariando o que diz Mateus 19:6: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem", vedando, além disso, aos padres, de maneira completa, o direito divino ao casamento.
Uma "eclesiástica regula" (lei eclesiástica) -- e como tal se caracteriza a lei do celibato de 1139 -- não pode jamais revogar um direito divino, conforma C.I.C., Cân. 6, $ 6 -- "Nullun ius humanum contra ius divinum praevaler". Em assim sendo, deve ser considerada nula!
É bom ressaltar que o Concílio de Trento (1545) não decretou nenhuma lei nova sobre o celibato, apenas confirmou o que já estava em vigor até os dias de hoje.
O C.I.C. leva em conta que para o celibato é necessário um "dom e carisma particular de Deus", o qual, segundo Mateus 19:11 "nem todos têm", mas ao contrário determina que os clérigos de ordem maiores "estão impedidos de casar-se"(Cân. 1072).
É a antiga proibição do casamento de 1139, umas das "obrigações" impostas por lei ao estado sacerdotal, e não um princípio de escolha somente para aqueles que receberam o dom do celibato.
A Igreja de Roma reafirmou, no Concílio Vaticano II e repetidamente no sucessivo assim chamado "Magistério Pontifício", a "firme vontade de manter a lei que exige o celibato livremente escolhido e perpétuo para candidatos à ordenação sacerdotal no rito latino" (João Paulo II, Exort. Ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 29: I.c 704; cf. Conc. Ecum. Vat.II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 16; Paulo VI, carta enc. Sacerdotalis coelibatus (24 de junho de 1967), 14; C.I.C. Cân. 277, $ 1).
Há uma palavra da Escritura Sagrada que é de suma importância para a crítica da lei eclesiástica do celibato. Está em 1 Coríntios 9:5; "Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?".
Neste versículo, que pouco ou quase nada incomoda a Igreja de Roma, Paulo fala de seu direito de apóstolo, do direito que lhe compete como aos demais apóstolos, mesmo que a ele renuncie.
E na verdade trata-se aqui não somente do direito ao imposto eclesiástico (1 Coríntios 9:4), como o Senhor tinha dito: "...comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário...em qualquer cidade em que entrardes, e vos receberem, comei do que vos for oferecido" (Lucas 10:7-8), mas Paulo está pensando também no direito de levar consigo uma esposa.
Este direito, igualmente ao anterior, remonta ao Senhor, é, portanto jus divinum, pois nenhuma outra autoridade além do Senhor poderia atribuir aos apóstolos qualquer direito apostólico. Isso ressalta também do contexto. Em 1 Coríntios 9:1 Paulo diz: "Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Mão vi a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?" e conclui, resumindo: "Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho" (1 Coríntios 9:14).
O conteúdo do direito do Cap. 9:5, é de ser o apóstolo acompanhado de uma esposa. Disto há uma prova de fato, uma prova de tradição e uma prova lingüística. A prova de fato: Pedro - Cefas era casado, segundo o testemunho de Marcos 1:30.
Nesta passagem cita-se a sogra de Pedro que estava doente e que Jesus a curou. O irmão de Jesus, Judas Tadeu, era casado, segundo Eusébio -- História da Igreja III, 20,1-5 -- pois tinha dois netos.
Segundo o mesmo livro -- III, 31, 2-3 -- era também casado o apóstolo Felipe, pois tinha três filhas. Sabemos por 1 Coríntios 9:5 que eles, mais tarde, "levaram" novamente consigo suas esposas, embora durante a vida de Jesus "tenham deixado tudo para segui-Lo" (Mateus 19:27).
Uma outra que não a esposa não pode ter estado a acompanhar o apóstolo, pois um fato destes, ontem como hoje, só teria suscitado suspeitas!
Ademais, uma outra mulher não constituiria objeto de um direito do apóstolo: só o casamento dá a um homem o direito a uma mulher, não há direito a uma servidora, nem mesmo para um apóstolo, pois o Senhor disse: "Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos" (Marcos 10:45) e "Não é o discípulo mais do que o mestre,nem o servo mais do que o seu Senhor"(Mateus 10:24).
Entre os direitos especiais dos apóstolos conta-se aqui o direito ao casamento, porque as mulheres não somente lhes prestavam ajuda na pregação do evangelho, mas também eles podiam utilizar os bons ofícios de suas esposas na manutenção das comunidades, o "beber e o comer"do V. 4.
Em si, porém, o direito ao casamento é um direito bíblico natural e universal (Gênesis 2:18 -24; Mateus 19:4-6), É deste direito que Paulo falara expressamente há poucos capítulos antes: "...por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido" (1 Coríntios 7:2). Estando pois, estabelecido o direito fundamental, não precisava Paulo tecer maiores considerações a respeito no cap. 9.
A prova da tradição: Os mais antigos Pais da Igreja traduziram, sem exceção esposas por UXORES. Só mais tarde é que se manifestam opiniões diferentes.
Escrevendo por volta de 204, diz Tertuliano em De exh. Cast. 8: "Era permitido, até aos apóstolos. casar-se e levar consigo esposas".
Mais tarde, por influência do Montanismo, ele mudou de opinião. Clemente fala no Paedagogos II, 1,9 "do acompanhamento das esposas", como e um "uso"da criação moralmente indiferente, permitido portanto, tal como o "comer e o beber"de 1 Coríntios 9:4.
Hilário de Poitiers (falecido em 367), em seu Comentário dos Salmos, interpreta o versículo da mesma maneira que Tertuliano no sentido de que está expresso aqui "o direito de os apóstolos se casarem" (portanto, não é apenas o direito de continuarem casados, se já o eram antes do chamado): "ao louvar a continência, o apóstolo não põe obstáculo no direito de casar-se... não temos nós o direito de levar esposas?".
É bom ressaltar que Hilário, além de padre é doutor da Igreja, e sua palavra tem, por conseguinte, um grande peso!
Enfim, Jerônimo, escrevendo contra Helvídio em 383 (adv. Helvidium, II), ainda traduz, como seu adversário, por: "uxores circumducere", "levar esposas" mas 10 anos mais tarde (393) já está sob a influência da legislação latina sobre o celibato, e em Adv. Jovinianum 1,16 a tradução "UXORES" é substituída por "mulieres", isto é, mulheres "que ficavam a serviço dos apóstolos, com a permissão deles, da mesma maneira que... teriam servido ao Senhor" (Lucas 8:2-3). Neste "subterfúgio" encalhou a exegese posterior...
Por último, vale como prova a seguinte regra lingüística: quando, numa construção gramatical, uma mulher está em referência de posse a um homem, significa sempre no N T a mulher casada, como entre nós, "minha mulher" e a mulher casada por exemplo 1 Coríntios 7:2 -- "sua própria mulher".
Desta maneira, as mulheres acompanhantes de 1 Coríntios 9:5 são, no uso lingüístico do N.T, eram as esposas dos apóstolos. Se, portanto, a Bíblia assegura ao apóstolo o direito de se fazer acompanhar de uma esposa, direito a que pode renunciar mas não está obrigado, a proibição eclesiástica de os padres se casarem repousa em pés de barro...
Sobre a proibição do casamento recai a sentença de 1 Timóteo 4:3: não é inspirada pelo Espírito Santo, mas por demônios! O juramento de estar agindo livre e espontaneamente, conforme o atual Código de Direito Canônico, também em nada alterou a lei de 1139, porque também aqui a preocupação não é com o carisma (dom), mas em "manter a lei". Uma lei injustificável em si mesma não pode, no entanto, ser legitimada por obediência voluntária.
O Concílio Vaticano II acentuou a necessidade do carisma, mas reforçou ao mesmo tempo em "manter a lei" que "exige o celibato" a todos os clérigos ordenados.
O Concílio, ou está forçando todos os clérigos católicos romanos a cumprir a lei, mesmo sem carisma, o que não é possível segundo Mateus 19:11 e 1 Coríntios 7:7 ou então, contrariando afirmações do Novo Testamento de que Deus vocaciona também ao ministério pessoas casadas, quer forçar a Deus, por meio de uma lei injustificável, a dar o dom ou carisma do celibato a todos os vocacionados.
Mas Deus, que "repartindo particularmente a cada um como quer" (1 Coríntios 12:11), ninguém pode forçar, nem mesmo por oração, a fazer aquilo a que exorta o Concílio Vaticano II.
A assim chamada "Sagrada Congregação para o Clero", ao lançar para o mundo inteiro o "Diretório para o Ministério e a Vida do Presbítero", assinado pelo Prefeito daquele Dicastério, Cardeal José T. Sanchez, na Quinta Feira Santa de 1994, assim se expressou sobre a "motivação teológica e espiritual da disciplina eclesiástica sobre o celibato":
"Este, como dom e carisma particular de Deus, requer a observância da castidade perfeita e perpétua por amor do Reino dos céus, para que os ministros sagrados possam aderir mais facilmente a Cristo com coração indiviso e dedicar-se mais livremente ao serviço de Deus e dos homens".
Infelizmente, não é esta a prática que recentemente veio inserida nas manchetes, em letras garrafais, das nossas revistas semanais! Hoje, o grande problema e vergonha da Igreja de Roma, o seu calvário, é, sem sombra de quaisquer dúvidas, o seu próprio clero -- regular ou secular!
De nada vai adiantar o Papa João Paulo II ter chamado recentemente cerca de 12 cardeais para decretar tolerância zero em suas entranhas, contra a pedofilia e homossexualismo de seus ministros, mesmo que venha adotar severa normas contra estas práticas e crimes sexuais, se a causa maior não for extirpada do seu meio : O celibato obrigatório por lei eclesiástica.
Por causa destes escândalos que agora têm se tornado rotineiro nos arraiais romanistas, a decadência da Igreja de Roma é visivelmente notória, pois o censo de 2000 recentemente divulgado pelo IBGE e amplamente divulgado pela imprensa nacional, veio demonstrar o decréscimo do número de católicos no Brasil, considerado até então o maior país católico do mundo! É de se estranhar como o IGGE demorou, para divulgar uma pesquisa feita em 2000. Mas deixa pra lá.
Não dá mais para esconder ou encobrir a vergonhosa homossexualidade entre religiosos católicos com os filhos de seus paroquianos. Quanto a fatos não há contra-argumentos, diante da face oculta dos que um dia ousaram manipular os desígnios da Igreja de Cristo em usufruto próprio.

SETE PASSOS DE ESTER PARA VITÓRIA


TEXTO: Et. 4-16
Introdução: Ester foi a única mulher hebréia a se tornar rainha numa nação dominadora. Disputou um concurso público e foi escolhida entre as melhores. Durante seu mandato, conseguiu livrar o povo de um dos maiores massacres planejados pelo inimigo. A vida de Ester só alcançou esse patamar de sucesso, porque o caráter moldado nela estava dotado das seguintes virtudes: Sabedoria, Dedicação, Firmeza, Obediência, Fidelidade, Humildade, Santidade e Fé.
1 – SABEDORIA, Cap. 5. Vv. 3-4;
Então o rei lhe disse: O que é rainha Ester? Qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará. Ester respondeu: se parecer bem ao rei, venha hoje com Hamã ao banquete que tenho preparado para o rei. Ester preparou uma estratégia para o escape de seu povo. Pv 24. 3. Vemos que Ester não chegou reclamando, falando mau ou mau dizendo da sorte, ela chegou convidando o rei para um banquete, ela usou estratégia de conquista, muitas vezes queremos alcançar vitórias mais só sabemos reclamar da sorte, vamos seguir o exemplo de Ester primeiro oferecer um banquete para o rei e depois pedir o que queremos, este é o caminho do sucesso. A palavra de Deus em Ec. 9.16 diz que melhor é a sabedoria do que a força, Ester podia bem usufruir da sua posição que exercia dentro da casa do rei, mais também sabia que a mulher sabia edifica sua casa. Então sejamos sabias como Ester e conquistaremos nossa vitória.
2 – DEDICAÇÃO Cap. 2. Vv. 5-18
Ester disputou e venceu o concurso de misses mais disputado que já se ouviu falar. Ninguém pode vencer a serva de Deus dedicada e fiel. Seja uma mulher dedica ao senhor fazendo o máximo que você puder para engrandecer o senhor e a sua família e seus amigos. O senhor diz em sua palavra tudo vier em suas mãos faça sem ira e nem contenda, procure se apresentar como alguém que não tem do que se envergonhar mais como serva de Deus aprovada para um grande trabalho e sabendo que a vossa recompensa vem do grande e soberano Deus.
3 – FIRMEZA Cap. 4. v 16 (Estabilidade)
“Vai e junta todos os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; e eu e as minhas moças também assim jejuaremos. Depois irei ter com o rei, ainda que isso não é segundo a lei; e se eu perecer, pereci.`` Nem a possibilidade da morte detém o crente firme. I co15.58 Sedes firmes e constantes.
4 – OBEDIÊNCIA Cap. 2. V.10 (submissão)
“ Ester, porém, não tinha declarado o seu povo nem a sua parentela, pois Mardoqueu lhe tinha ordenado que não o declarasse.” Não somente nessa ocasião, mas Ester nunca se prevaleceu da condição de rainha para sair do posto de submissão e obediência em relação a Mardoqueu. I Sm 15.22 obedecer é melhor que sacrificar, Apostolo Paulo no livro de Tito cap. 2. V. 9 diz que devemos obedientes em tudo ao Senhor.
5 – FIDELIDADE Cap. 8.v.6 (Honestidade, sinceridade)
“Pois como poderei ver a calamidade que sobrevirá ao meu povo? Ou como poderei ver a destruição da minha parentela?” Ester poderia, depois de se tornar rainha, negar sua raça e deixar que o povo perecesse. Sua fidelidade evitou que ela própria viesse perecer. A palavra de Deus em Sl 101. V 6 diz os meus olhos procurarão os fieis da terra e Ap 2.10 se fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida eterna.
6 – HUMILDADE Cap 7. V. 2
No segundo dia disse o rei a Ester durante o banquete do vinho: qual é a tua petição, rainha Ester? E ser-te-á concedida; qual é o rogo? Até metade do reino se te dará.” cap. 8. v. 11 nestas cartas o rei concedia aos Judeus que havia em cada cidade que se reunissem e se dispusessem para defenderem as suas vidas, para destruírem, matarem e exterminarem todas as forças do povo e da província que quisessem assaltar, juntamente com os seus pequeninos e as suas mulheres, e que saqueassem os seus bens. Mas Ester sabia pedir apenas o necessário e com isso evitava receber negação. Sabemos que Ester não aproveitou-se da situação, pediu o que realmente precisava. Jesus disse aprendei de mim que sou manso e humilde, Pv 29,23 o humilde de espírito obterá honra e Pv 22.4 o galardão da humildade e o temor do Senhor são riquezas, e honra e vida.

MÃOS DE PRINCESA TAMBÉM NO INVERNO

• Temporada fria contribui para o ressecamento da pele das mãos, uma das poucas partes do corpo que ficam expostas no inverno
• Além de cuidados diários, como hidratação, tratamentos de esfoliação e a utilização de esmaltes podem contribuir para uma aparência mais jovem e bonita
• Rede de perfumarias Beauty Point oferece todos os produtos necessários para tratar as mãos e deixá-las como de princesas também no inverno
Quem nunca ouviu falar que as mãos não escondem a idade de uma mulher? É justamente por este motivo que esta parte do corpo merece atenção redobrada e cuidados especiais. Principalmente no inverno quando ficam constantemente expostas a agressões do frio. Nesta temporada o ar seco, a poluição e o contato com água quente deixam as mãos com aparência ressecada e áspera. Para driblar estes problemas naturais da temporada, a rede de perfumarias Beauty Point http://moveisplanejadostillah.blogspot.com/ oferece variadas linhas de produtos que prometem cuidar das mãos, deixando-as com aparência jovem e bem cuidada.
Pele renovada – Para eliminar as células mortas e ficar com a pele renovada, nada melhor que uma boa esfoliação nas mãos. O tratamento é ótimo para revigorar mãos que estão com aparência cansada, seca e sem brilho.
A rede Beauty Point oferece ótimas opções para este tipo de tratamento (que deve ser feito de uma a duas vezes por semana). Entre eles, ganham destaque o esfoliante para mãos Hidra Keu’s; e o gel esfoliante para mãos e unhas Suavity, enriquecido com vitamina E, uréia e silicone.
e Beauty Point oferece ótimas opções para este tipo de tratamento (que deve ser feito de uma a duas vezes por semana). Entre eles, ganham destaque o esfoliante para mãos Hidra Keu’s; e o gel esfoliante para mãos e unhas Suavity, enriquecido com vitamina E, uréia e silicone.

Maciez de princesa nas mãos – Nada de mãos ressecadas e ásperas durante o inverno. Por este motivo é necessário que se faça, diariamente, uma boa hidratação nas mãos. Uma boa sugestão é o Impala Creme Protetor para as mãos. O creme hidrata, suaviza e restaura as áreas ressecadas, evitando a perda da umidade natural da pele. Além disso, o creme possui uma suave fragrância que proporciona uma gostosa sensação desodorante, conferindo frescor e suavidade às mãos.

Cores para dar vida às mãos – Manter as unhas pintadas deixa as mãos com aparência bem cuidada e jovem. Para dar mais charme a temporada, que muitas vezes vem acompanhada de dias acinzentados, algumas marcas desenvolvem cores especiais para o inverno. Entre elas ganham destaque as cores ‘chocolamore’, ‘boneca de luxo’ e ‘verde militar’, da Impala; e a ‘azul hortência’ e ‘licor’, da Risque.

*Além destes, a Rede Beauty possui uma enorme variedade de produtos de beleza.
Para mais informações acess

Dos Estados Unidos para Curitiba

O sonho de todas as mulheres agora se torna realidade. Método pioneiro e popular nos Estados Unidos, o Timelife chega a Curitiba pela Onodera Estética com a garantia de acabar com o incômodo da depilação. O sistema combina lasers de alta performance que removem até mesmo os pelos mais finos praticamente sem dor e com tempo de aplicação super reduzido. Para negras e asiáticas, o aparelho oferece um laser exclusivo, que permite o mesmo resultado com satisfação.
timelife
Para atingir a remoção completa, o ideal é fazer de três a cinco aplicações, com intervalo de um mês entre elas. As sessões duram entre 10 e 40 minutos, de acordo com a região, e custam a partir de R$ 170,00. Os homens também podem usufruir deste método para se livrar do incômodo de fazer a barba e acabar de vez com pelos que comprometem o visual, a única ressalva para ambos os sexos é não estar com a pele bronzeada durante o tratamento.

Ateliê Les Choix garante a Primavera o ano todo

Com a proximidade da época das flores, a procura por arranjos e decorações especiais aumenta, mas na Les Choix a Primavera dura o ano todo
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A chegada da Primavera, inevitavelmente, nos faz lembrar das flores. E não é à toa. É nesta época em que os brotos florescem e as árvores ficam cheias de cor e vida. Karina Sultani, designer e idealizadora do ateliê de flores Les Choix lembra que, mesmo durante a Primavera, é necessário tomar alguns cuidados especiais para manter a beleza e as cores das flores.
O jasmim, o manacá e a buganvília ainda vão dar o ar de suas cores neste ano. A bromélia é outro destaque da estação, em opções com e sem flor. Outras flores, como Gérbera, são ótimas opções para enfeitar, são típicas da primavera, coloridas e cheias de charme.
Pensando na decoração interna, onde os ambientes nem sempre recebem a luz do sol diretamente, o antúrio e o lírio branco entram na lista de plantas com flores que conseguem sobreviver em ambientes com pouca luminosidade. As orquídeas de vaso também são propícias a locais sombreados.
O equilíbrio entre formas e cores valorizam os arranjos. As tendências européias para a estação são cores neutras, que destacam os verdes das folhas, deixando o ambiente mais calmo e modernizado. Boas opções para presentear nesta época são as flores exóticas, como Camarão-amarelo e Ixora-coral, “são típicas da primavera-verão, podem ser cultivadas em vasos, e a ixora, especificamente, atrai os pássaros e beija-flores, deixando um clima lindo e um ambiente harmonioso”, destaca Karina Sultani.
Outra dica da designer é a mistura de flores com frutas. “Fica super delicado misturar, por exemplo, margaridas com cerejas, limões com rosas, e fazer combinações que agradam ao presenteado”, finaliza Karina.
Les Choix
Despertar os sentidos. Este é um dos objetivos da Les Choix. Atrair a atenção dos sentidos para cores, aromas e texturas, através de combinações entre flores especiais e complementos exóticos. Mais que unir as flores em arranjos artesanais que lembram obras de arte recém extraídas de uma tela aclamada, Karina Sultani, designer e idealizadora da marca, cria verdadeiros enredos, com combinações perfeitas e que são entregues em embalagens surpreendentes e sofisticadas.
Karina Sultani
Karina Sultani estudou arquitetura no Mackenzie e sempre teve paixão por flores. Da experiência do trabalho com o arquiteto Sig Bergamin, pode perceber o fascínio que a mistura de cores, texturas, e diferentes elementos exerciam sobre ela. Outra paixão de Karina é o desenho de objetos, ao qual se dedicou durante anos, como coordenadora do Studio Altero Casa, na área de criação de produtos para o segmento. Do resultado de todas essas experiências, surgiu a Les Choix, que lhe permite unir essas paixões com a criação de buquês totalmente diferenciados e exclusivos.

COMBINAÇÃO DE ROCHA VULCÂNICA COM MADEIRA DE DEMOLIÇÃO


Produzida em Quarrycast® e com base de madeira certificada, Banheira Ekos da Doka proporciona um contraste harmonioso com ambientes contemporâneos e é sinônimo de aconchego e requinte

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A Doka - Bath Works, empresa especializada na fabricação e comercialização de banheiras vitorianas e contemporâneas, conta em seu portfólio com a Banheira Ekos, desenvolvida a partir da combinação de rocha vulcânica com madeira de demolição.
O diferencial da banheira é a base de madeira orgânica que a envolve. Considerada ecologicamente correta, este tipo de madeira provém da reutilização de materiais de antigas construções, como tábuas, assoalhos, caibros e barrotes. São madeiras rigorosamente selecionadas e tratadas, com caracteristicas únicas. Além de decorar, a base de madeira de demolição também pode abrigar produtos para o banho e toalhas.
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A Banheira Ekos é produzida em Quarrycast®, material desenvolvido com uma rara rocha vulcânica misturada à resina. O material tem como cor natural o branco, que proporciona um brilho intenso e evita manchas amareladas. No caso de riscos ou arranhões, basta um simples polimento para restauração das peças. Outra vantagem da banheira é a sua resistência a quebra, além da capacidade de conservar a temperatura ambiente da água, mantendo o calor por mais tempo.

Box desmontável é a praticidade em forma de luxo

Texthura Y Cor apresenta novos modelos, práticos e sofisticados, que podem ser montados novamente em outro banheiro

A TEXTHURA Y COR apresenta novas linhas de box para banheiro que prometem inovar pela sofisticação e por terem a praticidade de serem desinstalados e reinstalados novamente, na hora de fazer a mudança.
As linhas Kuadra e Young são importadas e podem ser encontradas em diferentes tamanhos e modelos, inclusive na forma curvilínea. Elas contam com acabamento cromado PVD (Physical Vapor Deposition), tratamento anticalcáreo do vidro temperado e vedação magnética das portas. São 100% ecológicos, antibacteriano e possuem um longo tempo de resistência.
O box possui um sistema especial de ajuste que permite sua instalação entre as paredes, com variação de até 6 cm, não sendo necessário cortes ou mudanças de tamanho. Além da beleza estes modelos são aliados da praticidade, fáceis de limpar e têm aspecto sempre brilhante.
Medidas:
-Box Kuadra: com 2m de altura e 8mm de espessura do vidro. Pode ser encontrado em cromado.
-Box Young: com 1,90m de altura e vidro de segurança com 6mm de espessura. Com tipos de vidro: transparente, água e translúcido. Pode ser encontrado nas cores prata, branco e cromado.
Estas linhas prometem agradar aqueles que procuram pelo alto padrão de qualidade de um box, levando em conta sua sofisticação e praticidade de serem transportados para qualquer lugar.

Reinaldo Lourenço realiza desfile exclusivo para lançar novo acabamento criado para Dell Anno

Estilista desenhou duas estampas Duo Chamalote especiais para a marca em uma parceria pioneira no segmento de móveis planejados
Carol Trentini para Dell Anno
O universo da moda e da arquitetura se unem para levar a elegância de vestir à elegância do viver. Com esse conceito a fábrica da Dell Anno foi palco, no dia 02 de agosto, de um desfile exclusivo de Reinaldo Lourenço para lançamento da linha de superfícies Duo Chamalote, criada para os móveis da marca.
A passarela trouxe formas geométricas com a nova estampa da Dell Anno, fazendo uma interação com as modelos que desfilaram a coleção de primavera | verão 2012 do estilista, apresentada pela primeira vez fora do São Paulo Fashion Week. Reinaldo assinou dois vestidos inéditos para a top Carol Trentini, garota-propaganda da marca, que teve participação especial no evento.
“A Dell Anno busca inspiração na moda para criar móveis que representem o estilo das pessoas. Esse é um dos diferenciais da marca. A escolha do nome de Reinaldo foi unânime por seu perfil contemporâneo, clássico e elegante”, destaca o diretor de marketing da Dell Anno, Edson Busin.
Segundo Busin, Reinaldo veste a mulher moderna, que gosta de moda e de design e tem prazer em se vestir. “Essa mesma mulher também procura ter em sua casa ambientes sofisticados e acolhedores, que combinem com seu dia a dia”, diz.
©Guilherme Jordani
A cada estação, Reinaldo consegue imprimir originalidade em suas coleções com uso de diferentes materiais e reconstrução do vintage para apresentar algo futurista, sem deixar as referências do passado. A criação da nova estampa de Reinaldo busca referência na corte do século XVII no tecido Chamalote, muito utilizado na alta costura da França, Itália e Espanha.
Originalmente feito com lã de pelo de camelo, o tecido é hoje produzido com seda e poliamida. Os desenhos foram concebidos a partir das infinitas texturas do Chamalote – tecido furta-cor em que a posição do fio produz um efeito ondulado. O resultado foi a linha Duo Chamalote, composta por dois acabamentos em diferentes tonalidades: o Chamalote Clair e o Chamalote Noir. O Chamalote Clair explora o conceito Claro do Dia, em tons de off-white, enquanto o Chamalote Noir remete ao conceito Escuro da Noite, em tons de Warm Gray.
“O processo de criação de uma estampa para móveis é muito parecido com o processo de criar uma coleção de roupas. Envolve pesquisa e levantamento de referências”, explica Reinaldo. Para ele, a moda é um universo completo que não se limita às roupas. “A parceria com outros setores é positiva para mostrar a ligação da moda com o mundo, expandir horizontes e mostrar a sua aceitação em outros meios com design e criatividade”, destaca.
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Icebergs de MDF compõe cenário de arte para o desfile
Com a necessidade de acomodar 500 pessoas para assistirem ao desfile de Reinaldo Lourenço, a fábrica foi considerada o local perfeito para consagrar a parceria entre arquitetura e moda, em meio ao processo de produção dos móveis da Dell Anno. A concepção do evento foi criada pela Liquens conceito.arquitetura.design, dos arquitetos Daniela Corso e Joel Fagundes.
Os 50.000 metros quadrados do parque fabril foram analisados e o local que melhor contemplou todos os aspectos necessários para o evento foi a área de estoque, que guarda a matéria-prima principal dos produtos da marca, o MDF (Medium Density Fiberboard), chapas de madeira.
Parte da fábrica foi batizada de Icebergs de MDF, em um projeto que abriga 3.500 metros quadrados. A logística de montagem dos icebergs contou com quatro dias intensos de trabalho, onde os artistas-escultores foram auxiliados por uma grande equipe para esculpir o cenário do evento, uma obra de arte feita com milhares de chapas do material.
Com 60 metros, a passarela, ponto central do cenário, foi dividia em duas alas, separadas por uma ilha de icebergs milimetricamente desenhados. Além dos 32 looks da coleção primavera verão 2012, o público irá apreciar performances inusitadas, com imagens e vídeos projetados e trilha desenhada por Max Blum.
O espaço para a plateia foi concebido com uma atenção especial: todos os convidados serão recebidos em nichos de cadeiras e lounges em meio aos icebergs, com uma fina produção de objetos e mobiliário. Para se esquentar no frio da serra gaúcha, mantas serão distribuídas para aquecer os espectadores.
No showroom, além do espaço para o coquetel, foi concebida a exposição conceitual que apresenta a estampa criada por Lourenço com atmosfera que convida os convidados a apreciar a arte do design.
Dell Anno e Reinaldo Lorenço
Showroom apresenta nova estampa no projeto Ateliê do Estilista
Composto de três ambientes amplos, modernos e arrojados, o showroom da Dell Anno na fábrica foi totalmente reformulado com lançamentos da coleção 2011 da marca.
Um dos destaques é o Ateliê do Estilista, elaborado para homenagear Reinaldo Lourenço. O ambiente traz a nova superfície criada pelo estilista e desenvolvida pela Impress Decor, empresa que produz a superfície decorativa, com exclusividade para a Dell Anno. Os outros dois ambientes, Home Cooking e Dormitório do Casal, mostram diversos acessórios e funcionalidades. O showroom da Dell Anno estará aberto para visitação durante a Casa Brasil 2011, que acontece de 02 a 06 de agosto no Parque de Eventos de Bento Gonçalves (RS).
Descritivo ambientes:
Ateliê do Estilista
O Ateliê do Estilista foi criado dentro de uma proposta de horizontalidade e sofisticação com predomínio do Chamalote Noir aplicado nas frentes das portas de armários superiores. As prateleiras em Lacca Alto Brilho One, de tonalidade cinza claro, reforçam a uniformidade de cores. As tonalidades escolhidas para compor o espaço criam uma atmosfera minimalista e contemporânea.
As portas dos armários levam acabamento em 45 graus, exclusividade Dell Anno, com efeito 3D, que inspirado na lapidação de diamantes, proporciona a elegância ao mobiliário e compõe com a modernidade do puxador Saara, também em Chamalote Noir. O armário inferior em Chamalote Noir recebe tamponamento em vidro Cinex Argentato.
O escritório com painel Chamalote Noir utiliza a tecnologia Fly (sem fixação aparente) o que garante leveza ao espaço destinado à criação, equipado com cadeira giratória Cookie. Sofás confortáveis criam um ambiente para relaxamento.
Ambiente%20Chamalote%20(1)
Home Cooking
O Home Cooking se destaca pela praticidade e amplo espaço para receber e confraternizar. Os armários superiores com tamponamento de 9mm utilizam acabamento Rovere Black e Sistema Aventos de abertura, com parada contínua e amortecimento acoplado no hora do fechamento. As prateleiras iluminadas Fly (sem fixação aparente) reforçam a tecnologia para facilitar o dia a dia.
Os módulos inferiores, também em Rovere Black, tornam o ambiente elegante e moderno com rodapés em alumínio e Perfil Batente, reforçando as linhas retas do mobiliário. O projeto reserva um amplo Tampo Mekal para auxiliar na preparação das receitas, acoplado a uma mesa para seis pessoas, também no acabamento Rovere Black. Os nichos de prateleiras em 25 mm quebram a predominância do preto pelo uso da Lacca Luminositá, de tonalidade clara.
Dormitório de Casal
O dormitório de casal com closet surpreende pela atmosfera clean e contemporânea. Uma das novidades da Dell Anno utilizada no projeto é o acabamento Portus, mistura do tom de carvalho com linhas suaves e poros claros, conferindo um efeito esbranquiçado e leve. A estampa foi utilizada no painel atrás da cama, que divide o dormitório do closet, em composição aos painéis de vidro Bronze Argentato. Ao lado da cama, uma bancada em Lacca Satin Color One Due, pintura acetinada em tom cinza-claro, traz equilíbrio e horizontalidade.
O closet foi projetado para acomodar confortavelmente as roupas e acessórios, facilitando o acesso no dia a dia. Com fechamento por meio de portas divisórias Cinex na cor Bronze Acidato, é composto por prateleiras Fly (sem fixação aparente) de 25 mm e 40 mm, calceiros cromados e cabideiros revestidos de courino branco. Traz ainda uma bancada com chanfro 45 sem puxador, ideal para guardar acessórios.
Em frente ao closet, o ambiente tem uma bancada com nichos de prateleiras 25 mm na cor branca e gavetas com frentes em chanfro 45 sem puxador, reforçando o ar moderno do projeto.
Perfil Dell Anno
A Dell Anno é uma das mais reconhecidas marcas de móveis planejados com 270 lojas autorizadas no País. Conquistou a confiança de seus clientes e o reconhecimento do mercado como referência de estilo, sofisticação e bom gosto.
Seus móveis são produzidos pela Unicasa Indústria de Móveis S.A, uma das maiores e mais modernas fábricas moveleiras do Brasil. Localizada em Bento Gonçalves (RS), conta com uma equipe própria de arquitetura e design para desenvolvimento de produtos, sempre alinhada às principais tendências e novidades do setor no mundo.

Aniversário Dra. Desiree Iemine

No último dia 08/09, a Dra. Desiree Iemine trocou de idade e comemorou seu aniverário na sede da Associação Médica de Varginha onde ofereceu um almoço ao som de uma roda de samba e contou com a presença de familiares e amigos. Estava tudo de bom, parabéns.
No dia 25/08, no Salão Nobre do VTC, Laura Fagundes, filha de Cézar e Ivanise Fagundes, completou 15 anos com uma maravilhosa festa no melhor estilo Broadway! A festa contou com amigos e familiares e estava linda. Parabéns!

Boa Esperança sediará a grande final do 42º Festival Nacional da Canção

Boa Esperança, cidade berço do Festival Nacional da Canção e conhecida pelas belezas naturais, mais uma vez sediará as semifinais e a grande final da 42º edição do maior festival de música do país. O evento percorreu as cidades de Extrema, Formiga, Pouso Alegre, Guapé, Varginha e neste final de semana arrastará multidões para cidade.
As 30 canções semifinalistas (15 por dia) serão apresentadas nos dias 6 e 7 de setembro no Radium Clube Dorense. No dia 8 acontecerá a grande final do Fenac, com a presença das 10 melhores músicas. Um júri especializado vai escolher a canção vencedora, que receberá o maior prêmio oferecido pelo evento e o troféu Lamartine Babo. Este ano, o festival está distribuindo, entre as canções selecionadas, o valor de R$200 mil, a maior premiação desses quarenta e dois anos de história.
As três noites estarão recheadas de surpresas e shows especiais. As apresentações começam no dia 6/09 com a Banda Lady Lux, após o festival. No dia 7/9 apresentação da Banda Santha Nova e no intervalo, em que os jurados estarão reunidos para escolher as melhores canções, será realizado o show do grupo Roda de Samba. No sábado, 8/09, está confirmada a presença de Pereira da Viola e também da Banda Santha Nova.
Outras atividades culturais também acontecerão durante o dia e prometem movimentar a cidade. O Fenac escolheu diversas atrações como apresentações de teatro, dança, música clássica, instrumental e mágica que estarão presentes na Praça Padre Júlio Maria.
Cerca de 3.200 músicas de compositores de 24 estados diferentes foram inscritas no 42º Festival Nacional da Canção. No total foram escolhidas 140 que estão passando pelas etapas eliminatórias, 30 se apresentaram em cada uma das cidades sedes e seis canções foram classificadas em cada fase.